segunda-feira, 14 de maio de 2012

"O direito de ser, sendo diferente, na escola

                                     Diferentes, porém, iguais nas diferenças

        A história da educação nos mostra que o ser diferente ou especial sempre foi rejeitado de alguma forma, sendo excluído da escola, convívio social e mercado de trabalho, não sendo respeitados em seus direitos. Ainda hoje, após tantas discussões a inclusão ainda é confundida por alguns com a integração, que apenas insere o sujeito na escola a fim de que este se adapte a um sistema escolar já estruturado, mas sabemos que incluir é ensinar a todos indistintivamente, reconhecendo as diferenças e representando o mundo a partir das origens, valores e sentimentos de cada um.
      É verdade que a escola que temos hoje é um modelo democrático, onde suas portas estão abertas a todos os grupos sociais, porém, ainda se encontra fechada aos novos conhecimentos. Muitas escolas ainda resistem à inclusão pela dificuldade de lidar com a complexidade da diversidade, tratando seus alunos de modo excludente no qual estabelece categorias como carentes, hiperativos, deficientes, agressivos e outras, dessa forma fica mais fácil gerenciar os diferentes grupos. Mas se queremos realmente promover a inclusão tanto na escola como no meio social, não é separando e classificando os grupos que conseguiremos o êxito, mas sim entendendo que somos todos iguais em nossas diferenças.

“As condições de que dispomos, hoje, para transformar a escola nos autorizam a propor uma escola única e para todos, em que a cooperação substituirá a competição, pois se pretende que as diferenças se articulem e se componham e que os talentos de cada um sobressaiam”. (MANTOAN, 2004)

      A diversidade de fato existe e provém de vários contextos, onde os sujeitos possuem desejos, aspirações, valores e costumes, cada um com suas especificidades e é necessário que cada um tenha o direito de ser diferente de acordo com suas necessidades, para isso precisamos de ações educativas que visem o convívio com as diferenças e uma aprendizagem que faça sentido na vida do aluno, sendo subjetiva, mas construída no coletivo, onde a diversidade se une para trabalhar em grupo, valorizando as diferenças e ampliando as potencialidades de cada um.

Referências
MANTOAN; Maria. T. E. Direito a Educação. O direito de ser, sendo diferente, na escola. Conferência proferida no “Seminário sobre Direito da Educação”, realizado pelo Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal,
de 23 a 25 de junho de 2004, no auditório do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília-DF. Disponível em: <

Imagens:

TOSCOMAN. Entendeu a Diferença?. Uol Mais. Disponível em: < http://mais.uol.com.br/view/2zvru5mkvgc1/entendeu-a-diferenca-04028D9A3366C0992326?types=A& >. Acesso em: 14 de maio de 2012.

AF22. Diversidade humana. O complexo da discriminação. Disponivel em: <  http://progetovivalaraza.blogspot.com.br/2010/11/conflitos-da-discriminacao-no-mundo.html  > Acesso em: 14 de maio de 2012.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Educação de qualidade

      Por uma educação de qualidade!

      A educação é vista e compreendida como um processo de construção de transformação resultantes da interação do homem com o meio, ou seja, um direito de todos, nesta perspectiva a escola torna-se um espaço de vivência onde o diálogo entre professor e aluno é de suma importância.
      Desta forma, é necessário preocupar-se com a qualidade de ensino e desenvolver uma prática pedagógica onde se utilize dos contextos sócio-culturais dos alunos, construindo assim uma educação humanitária, onde todos os participantes do ambiente escolar ensinam e aprendem juntos incentivando a participação e a cidadania desde os primeiros anos escolares.




Referências

ANTUNES, A.; TOMCHINSKY, J.; PINI, F. Educar para e pela cidadania desde a infância. Disponível em: < http://siteantigo.paulofreire.org/Noticias/NoticiaEducarParaEPelaCidadaniaDesdeAInfancia>. Acesso em: 26 de mar de 2012.

VIEIRA, Ari. Só a Educação Produz Cidadania. In: Inclusão pratique esta idéia. Disponível em: < http://arivieiracet.blogspot.com.br/2012/02/professora-dorothea-saldanha-de.html>. Acesso em: 26 de mar de 2012.

As mudanças no mundo do trabalho e educação

      Globalização, novas tecnologias, novos paradigmas no mercado de trabalho: Qual deve ser o perfil do trabalhador para atender a essas mudanças?

           
      As mudanças ocorridas no mercado de trabalho trazem muitos desafios à sociedade. Diante da descoberta de novas formas de organização do mercado e gestão do trabalho, das transformações tecnológicas e globalização onde o modelo de produção fordista já não é mais eficiente para atender a demanda, surge um novo perfil de trabalhador, dando ênfase no profissional empreendedor, com altos índices de produtividade e técnica.

Neste novo paradigma o saber não é mais fragmentado e sim um saber universalizado, no qual um trabalhador que entende o processo de sua empresa desde o topo até o piso tem melhores possibilidades de avanço profissional, pois neste novo modelo de produção o que predomina é a qualidade e competitividade.
      Para tanto os trabalhadores que almejam adentrar neste novo paradigma devem ser sujeitos críticos, flexíveis, possuírem autonomia moral e intelectual, estando sempre em constante formação, pois as mudanças e o conhecimento não param e preciso que este esteja sempre se renovando para estar em um mundo onde a competitividade é uma de suas maiores marcas.


Referências


KUENZER, Acácia. Z. AS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E A EDUCAÇÃO: novos desafios pra a gestão. Disponível em: <http://drb-assessoria.com.br/AsmudancasnomundodotrabalhoeaEducacaotexto2.pdf>. Acesso em: 26 de mar de 2012.

MARCHIORI, Andre. L. Orientação para o futuro. In: Coaching Interior e Terapia Holística. Disponível em: < http://coachinginterior.wordpress.com/2011/09/06/orientacao-para-o-futuro/> Acesso em: 26 de mar de 2012.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Produção textual

    Bilhete e Texto científico

       Os textos são unidades comunicativas que se apresentam em diferentes categorias de acordo com suas características. Ao produzirmos um texto temos que levar em conta quais serão os receptores da informação que pretendemos passar, ou seja, para cada público ou situação de comunicação o emissor elegerá o tipo de texto adequado de acordo com a finalidade a ser cumprida. Dessa forma concluímos que existem maneiras diferentes para dizer o mesmo para pessoas diferentes e em contextos diferentes. A seguir exemplificamos dois tipos de discursos textuais utilizados para a seguinte situação:

“Pedro, um aluno de 7 anos, está com dificuldades para aprender a ler e escrever, diante desta situação sua professora decide escrever duas cartas, uma destinada a mãe do aluno e outra para a psicopedagoga da escola”.

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Carta destinada a mãe de Pedro:

Prezada Mãe!

  Tenho observado seu filho durante as aulas e percebi que ele tem tido algumas dificuldades em sua aprendizagem. Pedro possui algumas limitações em sua leitura e escrita, por este motivo encaminhei um relatório sobre minhas observações ao suporte pedagógico da escola para um melhor acompanhamento.
    Peço que venha até a escola para que possamos conversar e juntas encontrarmos a melhor maneira de ajudar seu filho.


Ass: Professora

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Carta destinada a psicopedagoga da escola:

Ao suporte pedagógico

    Relatório de observação realizado com o aluno Pedro em seu processo de aprendizagem, no qual encontra algumas limitações em sua leitura e escrita, dificultando o avanço em seu letramento. Observação feita pelas professoras Dalva, Claudia, Lucimar e Vilma.

     Ao observarmos o cotidiano do aluno, analisamos que este apresenta um rendimento escolar insatisfatório. De acordo com os dados levantados sobre o aluno, o mesmo não apresenta deficiências sensoriais e nem afecções neurológicas significativas, apenas trabalha abaixo de sua capacidade como:

- Dificuldade de leitura escrita e soletração;
- Problemas no reconhecimento ou decodificação das palavras escritas;
- Baixa capacidade de atenção;
- Dificuldade em sua aprendizagem, apresentando desinteresse, desatenção, irresponsabilidade, intercalados com momentos de agressividade;
- Dificuldade em aprender o alfabeto.

    Diante destas observações concluímos que Pedro pode apresentar algum déficit de aprendizagem, portanto pedimos o acompanhamento do suporte pedagógico da escola para este aluno afim de que possamos buscar orientações e se necessário a intervenção de um profissional especializado.
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      Conforme podemos perceber, cada tipo de texto atende a uma finalidade de comunicação pertencente a uma esfera social também especificada, porém, aqui foram expostos apenas dois tipos de produções textuais existentes entre as varias outras tipologias.
     A análise e reflexão sobre as características que envolvem cada categoria são fundamentais para nós, futuros pedagogos, pois o que parecem pequenos detalhes, na verdade são fatores que influenciam demasiadamente a compreensão e interpretação de um texto em sua profundidade.



 Referências

LUCZYNSKI, Fábio. Dislexia. O que é Dislexia. Disponível em: < http://www.dislexia.com.br/>. Acesso em: 16 de mar de 2012.








terça-feira, 13 de março de 2012

O Estágio!!!

O estágio da formação docente proporciona aos futuros educadores conhecimentos que apenas com a teoria não seria possível. No estágio estamos em contato com o professor e o aluno, onde  se constitui o encontro da teoria e da prática.


Imagem:

SOUZA. Lauro. et al. Blog do Valente. Disponivel em: <http://www.blogdovalente.com.br/index/blog/id-39897/nide_oferece_vagas_de_estagio> Acesso em 13 de março de 2012.